segunda-feira, 8 de julho de 2019

VIDEO  DE COMO FUNCIONA O COINPOT E OS FAUCETES VINCULADOS  A ELE 



  • AGORA QUE JÁ ASSISTIU O VIDEO ACIMA E JÁ SABE COMO FUNCIONA, SEGUE ABAIXO EFETUE SEU CADASTRO, PRIMEIRO NA COINPOT E DEPOIS NOS LINKS DOS FAUCETS ABAIXO: 
  •                   NA COINPOT FUNCIONA DE UMA FORMA SIMPLES E FÁCIL,
  • PARA QUE AGENTE POSSA GERENCIAR AS FAUCETS QUE ESTÃO VINCULADAS NA COINPOT
  • QUE SÃO A BIT FUN, BONUS BITCOIN, MOON BITCOIN, MOON DOGECOIN,  A MOON LITCOIN, MOON DASH,E A MOON BITCOIN CASH
  • PARA QUE POSSA TRABALHAR NESSAS 7 FAUCETS, TEM QUE SE CADASTRAR NA COINPOT,
  • PARA QUE SÓ ASSIM POSSAMOS GANHAR AS NOSSAS CRIPTOMOEDAS E
  • TODAS AS REIVINDICAÇÕES DESSAS FAUCETES, SÃO ENVIADAS AUTOMATICAMENTE PARA A COINPOT
  • GRATUITAMENTE. TODAS AS RETIRADAS SÃO EFETUADAS LÁ NA CARTEIRA DA COINPOT.
  • O CADASTRO É GRÁTIS NÃO PRECISA INVESTIR NENHUM CENTAVO.

  • PRIMEIRO EFETUE O CADASTRO NA COINPOT:
  • https://coinpot.co/    
  •                                                            
  • E DEPOIS CADASTRE SE NAS FAUCETES ABAIXO E GANHE MUITAS  CRIPTOMOEDAS 👇🏼👇🏼
  • 🗣 GANHE DE 5 EM 5 MINUTOS  LITCOIN:                                              http://moonliteco.in

  •  🗣 GANHE DE 5 EM 5 MINUTOS  DOGECOIN: 
  •     http://moondoge.co.in

  •    🗣 GANHE DE 5 EM 5 MINUTOS  DASH:                                              http://moondash.co.in/  

  •  🗣 GANHE DE 5 EM 5 MINUTOS  BITCOIN:                                            http://moonbit.co.in/  

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    http://bitfun.co/ 

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  • 😎 DEPOIS DE VER O VIDEO CADASTRE NO COINPOT E NOS LINKS DOS FAUCETES ACIMA E BORA TRABALHAR JUNTANDO MOEDAS E SE QUISER TAMBÉM PODERÁ MINERAR DE GRAÇA NO COINPOT ESCOLHENDO A OPÇÃO NO COINPOT!!💰
  • ►OBS| LINKS: (TODOS CADASTROS NAS FAUCETES ACIMA TEM QUE SEREM FEITOS NO MESMO E-MAIL QUE FOI UTILIZADO NO CADASTRO DA COINPOT)

MAS DETALHES DO QUÉ É A CARTEIRA VIRTUAL COINPOT E COMO FUNCIONA

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CoinPot o que é e como funciona. Recentemente alguns importantes sites de faucet para Bitcoin passou a utilizar o CoinPot como intermediário para pagamento. Neste artigo vamos mostrar como funciona esse novo site.

Moon Bitcoin, Bonus Bitcoin, BitFun, Bitcoin cash, Moon Litecoin, Moon Dogecoin e Moon Dash  são os principais sites que utiliza o CoinPot como intermediário entre seus pagamentos e o usuário final.


O que é o CoinPot

O Coin Pot foi desenvolvido pelo administrador dos sites já listados acima, e agora todo ganho que recebe através desses sites vai direto para o CoinPot, sem precisar solicitar. Ou seja você recebe de imediato do Faucet mais o valor fica dentro do CoinPot, de lá você pode retirar para onde preferir.


Como receber do CoinPot

Lembre-se antes de pensar em receber você deve criar uma conta no CoinPot, e para isso precisa utilizar o mesmo E-mail dos faucets, ou seja o mesmo E-mail do Bonus Bitcoin por exemplo, é importante lembrar que na maioria dos casos sua conta é criada automática, você precisa apenas fazer o Login com a mesma senha de ambos os sites.
Uma vez dentro da sua conta CoinPot, o procedimento de saque é bem simples, o primeiro passo é seguir as instruções da imagem abaixo.
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PASSO 1 SOLICITAR PAGAMENTO O PRÓXIMO PASSO É TAMBÉM SIMPLES, CONFIRA COMO FAZER EM IMAGEM:

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sábado, 26 de agosto de 2017

Fórum Fortinet



Novas tecnologia aparecem a todo momento e para alguns sempre tem a dificuldade do inglês. Vendo esse relato em alguns dos meus clientes, resolvi criar um Fórum Fortinet Brasil, onde teremos todos os passos a passos que a fortinet disponibiliza em seu site oficial.
Segue site para cadastro de dúvidas referente a fortinet

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Pesquisa identifica motores que impulsionam a economia hacker

HPE analisa a cadeia de valor por trás do cibercrime e fornece recomendações para aprimorar as defesas corporativas





A Hewlett-Packard Enterprise destrinchou os motores que movem a economia do cibercrime. A pesquisa “The Business of Hacking” analisou motivações de ataques e a cadeia de valor que as organizações criminosas estabeleceram para expandir seu alcance e maximizar os lucros.

“O perfil dos hackers típicos evoluiu drasticamente nos últimos anos”, define o relatório, apontando que os criminosos utilizam cada vez mais princípios de gerenciamento sofisticados na criação e expansão de suas operações. 

Os grupos hackers atuais se baseiam cada vez mais em um modelo operacional formalizado e uma cadeia de valor que é muito semelhante à cadeia de empresas legítimas em

terça-feira, 31 de maio de 2016

Jogos Olímpicos estão na mira dos cibercriminosos

Em 2008, tivemos as olimpíadas de Pequim. Em 2010, todo mundo esperou pela Copa do Mundo na África do Sul. Neste ano, as olimpíadas estão indo para o Rio de Janeiro. Todos esses eventos possuem algo em comum, e não estamos falando dos esportes. Cibercriminosos tratam qualquer megaevento como uma excelente ocasião para fazer de milhares de torcedores, vítimas.



O que está acontecendo?
Recentemente, os especialistas da Kaspersky Lab detectaram uma nova onda de spam dedicados aos jogos olímpicos do Rio de Janeiro. Spammers selecionaram as pessoas que queriam assistir aos Jogos e criaram um e-mail sobre um sorteio (falso) organizado pelo Comitê Olímpico Internacional, juntamente com o Governo brasileiro. Os criminosos tentaram convencer as vítimas de que elas foram sorteadas, e para receber o prêmio teriam de enviar um e-mail com algumas informações pessoais.

Esse tipo de iniciativa não é tão recente: os cibercriminosos começaram campanhas dedicadas aos jogos olímpicos de 2016 no inverno de 2015, agora estamos observando

63% das empresas brasileiras não têm planos contra ameaças cibernéticas

Restrições no orçamento é o principal obstáculo para o avanço da área de segurança da informação dentro das organizações.



Mais de metade das empresas brasileiras não está preparada para lidar com ameaças cibernéticas, é o que indica a nova edição do Global Information Security Survey (GISS), estudo anual da Ernst & Young. A pesquisa, realizada com 1755 executivos C-level das áreas de Segurança da Informação e TI em 67 países, indicou que 63% das organizações nacionais não possuem programas para prevenir ameaças, enquanto 43% não têm um programa para identificação de vulnerabilidades e 45% não dispõem de nenhum tipo de programa para detecção de brechas.

Para 36% dos entrevistados, a área de TI de suas empresas demora em média até 1h para iniciar a investigação de um possível ciber incidente, enquanto 15% disseram que essa resposta pode levar mais de um dia.

Restrições no orçamento foram apontadas por 80% dos entrevistados como principal obstáculo para o avanço da área de segurança da informação dentro da organização. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados brasileiros afirmam que os gastos de suas empresas com segurança da informação somam menos de US$ 1 milhão.

"Questões ligadas à segurança da informação e vazamento de dados das empresas são uma preocupação constante das companhias. Em especial em um cenário como o atual, de crescimento de uso de internet móvel e de soluções digitais, que deixa as instituições mais expostas a ataques externos e falhas internas, é importante investir em robustez e agilidade dos sistemas para identificar e combater problemas”, diz Sérgio Kogan, sócio de consultoria em cibersegurança da EY.

Resultados globais

Globalmente, quase 70% dos respondentes disseram que seu orçamento para segurança da informação deveria aumentar até 50% para atender às necessidades de suas empresas.

Segundo o levantamento, as principais fontes de ciberataque citadas foram: crime organizado (59%), hackers (54%) e terroristas (35%). A pesquisa ainda apontou que empresas também se sentem vulneráveis a ataques causados por funcionários (44%), e sistemas desatualizados (34%).

Mais da metade dos respondentes afirmou que suas empresas ainda não possuem uma área dedicada para a análise de tecnologias emergentes e seus impactos nos negócios. Phishing foi considerada a principal ameaça aos negócios por 44% dos entrevistados, enquanto 43% consideram os malwares o maior desafio para o setor.

Quase 60% dos entrevistados disseram que a contribuição e o valor que área de segurança da informação proporciona à sua organização está comprometida pela falta de talentos qualificados disponíveis no mercado.

Privacidade: Há mais informações nos metadados do que supomos

Pesquisadores comprovam que dados simples coletados nos celulares e contas de Twitter podem revelar muito mais do que gostaríamos que fosse revelado sobre nós


A noção de privacidade online tem sido fortemente diminuída nos últimos anos, e só nas últimas semanas dois novos estudos confirmam o que muitas mentes já sabiam: é um quadro sombrio.
Em primeiro lugar, um estudo publicado pela Universidade de Stanford descobriu que metade dos smartphones pode revelar uma quantidade surpreendente de detalhes pessoais.
Para investigar o tema, os pesquisadores construíram um aplicativo para Android que foi usado para recuperar dados sobre chamadas anteriores e mensagens de texto enviadas e recebidas pelos usuários - os números, horários e a duração das chamadas - a partir de logs de smartphones de mais de 800 voluntários. No total, os pesquisadores obtiveram registros de mais de 250 mil chamadas e 1,2 milhão de mensagens de textos.
Os pesquisadores então usaram uma combinação de processos manuais e automatizados para entender exatamente o que estava sendo revelado. O que eles descobriram foi que é

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Violações de cibersegurança afetam 90% das empresas no Brasil

Pesquisa da CompTIA coloca o Brasil entre os países mais vulneráveis do mundo. Mobilidade e cloud preocupam companhias nacionais

Nove em cada 10 organizações no Brasil foram atingidas por pelo menos uma violação de segurança ao longo de 2015. De acordo com um novo relatório da CompTIA, grande parte desses incidentes pode ser classificado como grave.

O levantamento também revela que as empresas estão alterando as práticas e políticas de proteção devido à maior dependência da computação em nuvem e soluções de tecnologia móvel.



Na comparação com os outros onze países avaliados na pesquisa, o Brasil ficou entre os mais vulneráveis. "Apenas 13% das empresas brasileiras afirmaram não ter tido qualquer tipo de experiência com violação de segurança", destaca Tatiana Falcão, executiva de negócios da entidade.

Oitenta e um por cento das empresas brasileiras relatam violações de segurança cibernética relacionadas a dispositivos móveis, tais como