Número é resultado de grades curriculares desatualizadas
Mais de 213 mil vagas em TI podem ficar abertas até 2013, afirmou o executivo de parcerias educacionais da IBM Brasil, Edson Pereira, durante a palestra “Como deixar de ser um profissional de TI e ser um profissional de serviços de TI” dada na Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2011 nesta quinta-feira (26/05). Em 2010, foram 72 mil. Para ele, isso é reflexo de faculdades com grades curriculares desatualizadas.
O número retirado do Índice Brasscom de Convergência Digital 2010 reflete o apagão de mão de obra qualificada identificado pela maioria das empresas no setor de TI
e no segmento de service desk. Este fenômeno, na visão do especialista, é resultado da falta de preparo dos profissionais.Mais de 213 mil vagas em TI podem ficar abertas até 2013, afirmou o executivo de parcerias educacionais da IBM Brasil, Edson Pereira, durante a palestra “Como deixar de ser um profissional de TI e ser um profissional de serviços de TI” dada na Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2011 nesta quinta-feira (26/05). Em 2010, foram 72 mil. Para ele, isso é reflexo de faculdades com grades curriculares desatualizadas.
O número retirado do Índice Brasscom de Convergência Digital 2010 reflete o apagão de mão de obra qualificada identificado pela maioria das empresas no setor de TI
Pereira acredita que, atualmente, as escolas de TI ensinam o profissional de uma forma generalizada, quando o mercado precisa de pessoas mais especializadas. “Eu venho fazendo contato com escolas, fazendo parcerias, para desenvolver os professores para que, de alguma forma, eles disseminem isso [as necessidades do mercado e os segmentos do setor] para os alunos. Deve-se criar cursos de especialização, de graduação e até desenvolver novos cursos que olhem para serviços como uma disciplina a ser ensinada para o profissional de TI.”
Saídas para o apagão
Uma saída para o “apagão” identificado pelas empresas é a contratação de profissionais estrangeiros. Segundo o Ministério do Trabalho, em 2010, o número de pessoas de outros países autorizadas a trabalhar no Brasil subiu 30% em relação a 2009 e atualmente é de pouco mais de 56 mil. Porém, Pereira acredita que ainda não há perigo. “Esse número ainda não é expressivo perto dos profissionais que a gente tem no mercado.”
A outra saída e a contratação do mesmo serviço, mas em outros países. “O cliente compra da Índia e da China, onde tem uma disponibilidade maior de mão de obra e custos competitivos com os nossos.”
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