Aviso: se você é um Chief Security Officer (CSO) e quer dormir bem esta noite, pare de ler agora. As estatísticas a seguir podem causar pesadelos. Isso porque, a Tufin Technologies, fornecedora de soluções de segurança, aponta em pesquisa que três quartos dos profissionais envolvidos na gestão de firewall e em auditoria acreditam que seus processos de gerenciamento de segurança podem colocar a companhia em risco.
A empresa entrevistou cem profissionais de segurança de rede e concluiu que os dados são preocupantes, já que os firewalls são a primeira linha de defesa na maioria das redes corporativas. Esse cenário leva a uma pergunta. Que processos esses executivos seguem para confiarem tão pouco no que fazem?
Cerca de 40% dos gerentes de firewall usam ferramenta automatizadas para gerenciar as mudanças de configuração. Fazer esse trabalho manualmente pode ser demorado e propenso a erros. Um terço dos entrevistados diz lidar com 50 ou mais alterações no firewall por semana, e metade dos entrevistados diz que levam uma hora ou mais, às vezes até um dia inteiro, para projetar cada mudança nesse sistema.
O estudo identificou ainda que 80% dos gestores dizem que precisam usar mais de um console de gerenciamento para executar suas tarefas. Pode-se facilmente imaginar como um gerente de segurança que supervisiona um par de firewalls gasta todo seu tempo realizando mudanças, e a falta de tempo pode levar a erros ou descuidos, aponta o levantamento.
Tempo, ou melhor a falta dele, é uma questão real. Quando perguntados qual é o elo fraco da segurança da rede quase 60% dos profissionais ouvidos citam a falta de tempo. Múltiplas respostas foram permitidas nessa pergunta e outro desafio citado por 55% dos gestores de segurança foi processos